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 Bola Quadrada    fevereiro 6, 2012
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Quem?

 

Reação de 99% dos rubro negros (e também de brasileiros) à notícia da sua contratação pelo Flamengo, Emerson teve uma caminhada tortuosa até alcançar o reconhecimento da torcida, expressada no fim da partida deste domingo contra o Corinthians.
 
Reconhecimento que o fez deixar o mundo árabe onde fez fama e atingiu sua independência financeira de acordo com as publicações da época de sua contratação. Emerson, definido como fenômeno por Juan que jogou junto com ele na base do São Paulo, seguiu ainda jovem para a o mundo asiático, só retornando agora, com 30 anos. Motivo? Buscar o reconhecimento em sua terra natal.
 
Pois agora, uma proposta (dizem) milionária (e irrecusável) deve levar Emerson de volta ao mundo árabe. Não sei os motivos deste possível retorno, mas de acordo com os fatos conhecidos, poderia dizer que ou a independência não era assim tão independente assim, ou a breve reconhecimento da torcida rubro negra já satisfez o jogador.
 
Típica lógica de boleiro...
 
Já o Fluminense parece estar focado na missão de buscar o reconhecimento dos goleiros. Dos outros! Enquanto Fernando Henrique busca se firmar aos olhos de sua torcida, os dois últimos jogos serviram para que os paranaenses e baianos reconhecessem o valor de seus goleiros, graças ao clube das Laranjeiras. Marcelo Gallato do Atlético Paranaense já havia feito milagre no domingo passado, realizando uma defesa estilo ‘Gordon Banks’ no fim da partida, impedindo o empate do tricolor. Ontem foi a vez de Gléguer do Vitória realizar duas façanhas em um mesmo lance que não permitiram a vitória do Fluminense contra o Vitória. E olha que Gléguer nem era o goleiro titular! Continuar assim não há Roni nem Fred que impeçam a queda para a segundona em 2010.
 
A Ciranda
 
Continua a todo vapor a ciranda dos técnicos. Nesta rodada o Coritiba demitiu Renê Simões e o preferido para substituí-lo é Ney Franco, que está por um fio no Botafogo. Este já fala em Wagner Mancini, que é o preferido de todos mas não acerta com ninguém, em Waldemar Lemos, que começou no Náutico, era solução no Atlético Paranaense e está sem emprego, e no velho e conhecido Cuca, que era treinador do Flamengo.
 
Enquanto isso, contra todas as previsões, Antonio Lopes vai colocando o Atlético Paranaense no rumo e Ricardo Gomes já levou o São Paulo ao G-4. Reconhecimento de um bom trabalho. Já no anteriormente todo poderoso Timão, nem Mano Menezes parece ter forças para evitar a queda de um desfigurado Corinthians.    
 
Quer meu palpite despretensioso? Paulo César Carpeggiani é a bola da vez. E após tanto disse me disse, o todo desejado Wagner Mancini vai acabar acertando com alguém: o Vitória, de onde surgiu para o Brasil. A conferir.

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