Nelson é apenas um nome próprio, dos mais comuns. São vários os nelsons pelo mundo. Apenas uma era Piquet. Nelson Piquet. Este não é nome, é marca, de vitória, de sucesso, de força. Construída pelo pai, foi repassada ao filho. Que tratou de associá-la a outras coisas. Infelizmente, menos glamorosas.
Importa saber quem ordenou o ‘acidente proposital’? Surpreende saber que é recurso corriqueiro?
Pouco importa. Importa é saber quem executou. Importa é saber que esse é um recurso corriqueiramente utilizado no meio. Do alemão heptacampeão ao brasileiro tricampeão e ídolo nacional (já falecido), muitos foram os que já se utilizaram deste recurso, de diferentes formas e graduações, e que além de perigoso para todos em volta, pode vir a ser antiético e desleal.
Pois surpreendente mesmo é aceitar com submissão tal papel, executar tal ‘tarefa’ em nome da equipe e depois transferir a responsabilidade e se eximir de culpa.
E o que dizer do bravo brasileiro que em tempos de coadjuvante da Ferrari aceitou com igual submissão a ordem antiética e desleal (porém menos perigosa) vinda dos boxes de permitir ao companheiro uma ultrapassagem em nome da equipe, e que hoje vocifera contra a atitude antidesportiva do conterrâneo?
Menos, por favor, menos...
Para quem ainda tinha dúvida, mais uma demonstração de que F-1 é negócio, não é esporte. E no mundo dos negócios vale tudo.
Clássico Vovô
Falar o que do clássico carioca entre Botafogo e Fluminense, conhecido como clássico vovô? Que ficou gagá? Do jeito que jogaram, nem a segunda divisão merece ter como protagonistas o Botafogo e Fluminense de hoje. Há jogos (e equipes) bem melhores por lá. A primeira vitória de Estevam e Cuca por suas novas equipes promete ser tarefa mais complexa do que se imaginava.
São Paulo
Grande vencedor da rodada, o São Paulo se aproxima dos líderes e já sente o cheiro do tetra.
Vanguarda Vascaína
Os outros cariocas podem até zombar, mas se uma equipe carioca com chance de finalmente arrematar um campeonato brasileiro neste século 21, esta equipe é o Vasco da Gama. Tá, é da segunda divisão, mais... melhor que nada, não?
Tristes tempos do futebol no Rio de Janeiro.
É ou não é?
Dois atacantes correm para alcançar uma bola lançada do meio de campo. O jogador A encontrava-se em posição irregular no momento do lançamento. O jogador B não. Ambos alcançam a bola, mas é o jogador B que a domina e marca o gol. O bandeirinha marca o impedimento. O árbitro deixa o jogo seguir alegando impedimento passivo do jogador A.
Entendimento correto da arbitragem?
Partindo do conceito de que o impedimento passivo ocorre quando um jogador em posição irregular não demonstra interesse em dar prosseguimento a jogada, mesmo quando a bola vem em sua direção, a interpretação parece incorreta, não parece?
Pois foi exatamente esse o meu entendimento da jogada que resultou no segundo gol da Ponte Preta contra o Atlético Goianiense no jogo realizado no meio de semana pela segunda divisão do Campeonato Brasileiro. Ninguém partilhou de tal entendimento, já que até os comentaristas da TV aceitaram a tese do impedimento passivo adotada pelo árbitro da partida. Isso, entretanto, me fez lembrar de um lance ocorrido na partida entre Figueirense e Botafogo, no Maracanã, válido pela semifinal da Copa do Brasil.
Naquela partida, após um lançamento para a área do Figueirense, um jogador do Botafogo deu um toque sutil na bola e encobriu o goleiro do time catarinense, que se esticou tentando alcançar a bola enquanto ela seguia lentamente para dentro do gol. Um jogador do Botafogo que se encontrava em posição irregular, próximo a bola, mas não havia participado do lance do gol, acompanha a trajetória desta, de mod que parecia querer se certificar da sua entrada no gol. Ana Paula Oliveira, a bandeirinha, marcou o impedimento do tal jogador, pelo simples fato de ele se mostrar interessado no lance, correndo para a bola, quando o certo seria ele não fazer nenhuma menção de participar da jogada.
Quem está certo afinal?
E assim segue a vida com muita gente achando que o barato do esporte ainda são os lances polêmicos. Fala sério.
Dúvida
Perguntar Não Ofende: Por que o Corinthians agora só joga as quartas?