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  ColunasBola Quadrada    maio 29, 2017
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ELE precisa recuperar o prestígio, abalado após uma coleção de fracassos nos últimos clubes pelo qual passou em terras inglesas, uzbeques e brasileiras...

ELA precisa reencontrar o rumo de glórias, pois apesar de ser a única seleção pentacampeã do mundo, a realidade é que seu futebol já não assusta como antes, muito menos encanta...

O que esperar deste casamento entre duas forças do esporte nacional atualmente em franca decadência?

José Maria Marins, atual presidente da CBF, no alto de seus mais de 80 anos, preferiu ser conservador. Após o discreto trabalho de Mano Menezes, Marins não quis arriscar novos nomes como Tite, Muricy, Luxemburgo (esse não tão novo) e Abel, muito menos o do badalado estrangeiro Guardiola. Apostou na força de dois pesos pesados brasileiros para conduzir a Seleção Brasileira de Futebol rumo a dias melhores até a Copa no Brasil em 2014. O técnico condutor do pentacampeonato mundial, o gaúcho Luis Felipe Scolari, está de volta ao comando do selecionado brasileiro, assessorado de perto pelo técnico condutor do tetracampeonato mundial, o carioca Carlos Alberto Parreira. Os dois conhecem a pressão do cargo, já sentiram na pele o tamanho do desafio.

Não vai ser por inexperiência que o Brasil não voltará ao topo do ranking da Fifa, onde hoje se encontram com folga as seleções da Espanha e da Argentina.

Marins está no centro de um momento complexo da seleção canarinho. Mas, divergências a parte, a avaliação geral é de que sua escolha foi acertada. A menos de dois anos para a Copa do Mundo em solo nacional, o Brasil está em momento delicado, pois conta com uma geração de jogadores que, apesar de consagrados em campos europeus, não conseguem atuar como protagonistas com a camisa amarela. Além disso, nós brasileiros temos assistido de perto o crescimento da Argentina, nossa arquirrival, atualmente conduzida por um Messi cada vez mais parecido com aquele que encanta Barcelona.

O sonho pode virar pesadelo. Ou algum brasileiro está feliz com a possibilidade cada vez maior de assistir a Argentina faturar o caneco em solo brasileiro depois de mais de 60 anos de espera?

Um maracanazzo para o Uruguai o brasileiro até atura, mas para os argentinos? É morte súbita na certa, ninguém se recupera... Melhor o Brasil reagir logo...

...

Felipe Massa bem que tentou, mas não conseguiu ajudar sua ‘equipe’. Apesar de seu ‘crescimento’ (e põe aspas nisso, pois o tal ‘crescimento’ não fez com que o piloto brasileiro conseguisse uma vitoriazinha sequer nesta temporada que teve recorde de vencedores, e seu número total de pódios alcançados somaram incríveis dois eventos), o funcionário do mês da Ferrari nada pode fazer para conduzir o chefe Fernando Alonso ao título mundial de pilotos em 2012. E olha que ele se esforçou, trabalhando na pista pelo companheiro e aceitando executar todas as ‘estratégias’ pensadas pela equipe de Maranello, sem fazer nenhum juízo de ética ou moral das ações empregadas.

Mas nem tudo foi em vão. Provavelmente reconhecendo o valor dos serviços prestados pelo brasileiro, a Ferrari decidiu recompensá-lo e, pelo menos a princípio, sua vaga está garantida para 2013, com o aval do chefe Alonso (o que, convenhamos, partindo de um Alonso tão competitivo, não é um bom sinal). O funcionário Massa poderá, portanto, dar continuidade ao seu trabalho pelo bem da equipe que defende.

Como único representante brasileiro na categoria... é melhor esperar por dias melhores.

Fui.

Silvio Machado

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